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Rejuvenescimento genital feminino

Muito utilizado no tratamento de rugas, estrias, melasma, linhas finas e cicatrizes, o laser de CO2 fracionado agora também pode ser usado no rejuvenescimento vaginal

Por Malu Bonetto

Assim como todos os órgãos do nosso corpo, os genitais femininos também sofrem alterações com o passar dos anos. Isto porque a ausência de estrógeno ocasiona a diminuição do colágeno na vagina além de diminuir a hidratação da mucosa vaginal levando a atrofia, ressecamento e, consequentemente, desconforto e dor na relação sexual.
No caso de atrofia vulvovaginal, a ginecologista Elsa Aida Gay de Pereyra, do Hospital das Clínicas da FMUSP (SP), recomenda o uso do laser CO2, o qual estimula a formação do colágeno do canal vaginal através da emissão de feixes de luz e, melhora a aparência externa da área íntima da mulher.
“Muitas mulheres procuram esse tratamento pela incontinência urinária, fato que pode ocorrer na pós-menopausa.

A aplicação do laser CO2 Femilift estimula a formação do colágeno do canal vaginal

A aplicação do laser CO2 Femilift estimula a formação do colágeno do canal vaginal

O tratamento é indicado para as incontinências leves e traz uma melhora significativa na qualidade de vida dessas mulheres. Imagine que essa mulher não pode exercer um pequeno esforço (como tossir ou pular) porque corre o risco de ter uma perda espontânea da urina”, explica Odete Lopes L. Manor, diretora clínica da LBT Lasers, empresa representante exclusiva do equipamento de Laser CO2 Femilift no Brasil. Mas, segundo ela, a procura acaba sendo maior por mulheres descontentes com a aparência de sua vulva, muitas vezes escurecidas e flácidas. Hoje, o equipamento conta com uma ponteira especial para a área interna o que também ajuda a melhorar a lubrificação e consequentemente o desempenho sexual. O tratamento com o Femilift também beneficia mulheres que se submeteram à quimioterapia.
Entre as vantagens do tratamento estão a não necessidade de anestesia, hospitalização (mesmo porque o procedimento dura em média 30 minutos) e afastamento das atividades diárias. “São indicadas três sessões com intervalo de um mês entre elas, e ao final do tratamento nota-se uma melhora dos sintomas do trofismo vaginal, ou seja, as pacientes submetidas ao método relatam uma sensação de retorno à juventude, maior satisfação com sua autoimagem e autoestima, permitindo uma vivência mais completa e satisfatória na função sexual e na qualidade de vida”, complementa Dra. Elsa Aida Gay de Pereyra.