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Bronzeado na dose certa

Bronzeado na dose certa

Depois de um ano inteiro trabalhando sob a luz do escritório, você não vê a hora de conquistar um bronze maravilhoso. Mas é preciso ter muita calma (e muito protetor solar!) para não ganhar uma pele vermelha e descascada.

Por: Malu Bonetto

O protetor solar deve ser usado diariamente e seu uso não impede em nada que sua pele bronzeie. A luz visível – essa mesmo que você está pensando, a da lâmpada – é capaz de promover, a médio e longo prazos, um quadro de eritema (coloração avermelhada da pele).  A dermatologista Claudia Marçal (SP) explica que a luz visível e o infravermelho atu-am no estímulo da melanogênese, resultando em manchas. “As pessoas que têm tendência ao melasma não podem só pensar em ter um fotoprotetor com UVA e UVB. Tem que ter algum tipo de ativo que combata a ação danosa do infravermelho, como os tirados de extrato vegetais que têm uma ação anti-infl amatória e revertem ou invertem a ação danosa dele na pele”, explica a especialista.

Bronzear e não queimar

Queimaduras são lesões causadas por agentes externos e que se manifestam de diferentes formas: vermelhidão e ardência nas queimaduras de primeiro grau, bolhas nas queimadu-ras de segundo grau, necrose e perda da sensibilidade na queimadura de terceiro grau. Já o bronzeamento, segundo a dermatologista Juliana Jordão (PR), é o escurecimento da pele causado pelo aumento ou liberação da melanina após a exposição à radiação ultravioleta. “Pessoas de pele mais clara, por produzirem menor quantidade de melanina, pos-suem menor proteção e são mais propensas a queimaduras. Já as de pele morena, por possuírem maior concentração de melanina, tendem a bronzear com maior facilidade.”

Bronzeado na dose certaPara o dia a dia

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7.Protetor Solar FPS 30, Bare Minerals, R$ 149.
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Bronzeado na dose certa

Entendendo os rótulos

Com tantas opções no mercado fi ca difícil escolher o pro- duto, mas há informações que não podem ser ignoradas como o FPS (fator de proteção solar) e o PPD (persistent pigment darkening). “O FPS se refere à proteção contra o ultravioleta B, que é o raio que dá a sensação de ardor e vermelhidão e está relacionado ao câncer de pele. O seu fator é a relação entre o tempo que o paciente leva para se queimar após exposição solar com o produto, sobre o tempo que ele demora para se queimar sem usar nenhuma proteção. Portanto, se um indivíduo leva 10 minutos para fi car vermelho no sol do meio-dia, se ele usar a quantidade adequada de protetor solar com FPS 15, por exemplo, leva-rá 150 minutos para se queimar”, explica a dermatologista Sylvia Ypiranga (SP). Já o PPD é o método usado em la-boratório para se medir o grau de proteção de um produto à radiação ultravioleta A (responsável pelo envelhecimento cutâneo, manchas e câncer de pele), portanto, o ideal é que o fi ltro solar tenha PPD e FPS altos.

Cada pele, um protetor

Para pessoas com pele mais oleosa, a dermatologista Sabrina Rocha (RJ), indica os protetores nas versões em gel, livre de óleos. Já para peles ressecadas, fi ltros em creme são mais hidratantes. Para quem gosta de praticidade no dia a dia, o ideal é lançar mão dos fi ltros com cor.  Já os em spray são ótimas opções para áreas pilosas, como no caso de homens, ou em couro cabeludo para os calvos. Além disso, é uma alternativa para quem busca praticidade e não gosta de ter a sensação de creme sobre a pele.