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Um silicone para chamar de seu

Cada vez mais comum entre as brasileiras, as próteses de silicone estão mais avançadas. Hoje em dia, é possível contar com inúmeras opções de modelos de implantes e adequá-los exatamente como quiser. Saiba mais sobre os principais modelos e conquiste os seios dos seus sonhos
Por Andressa D’Amato

Não há dúvidas de que o silicone caiu no gosto da mulher brasileira. Hoje, a cirurgia é a segunda mais procurada nos consultórios médicos, só perdendo para a lipoaspiração. Mas apesar dessa febre não ser recente, muitas moçoilas que querem se submeter ao implante de silicone nos seios desconhecem o resultado que cada modelo de implante proporciona ao corpo. Desde o seu surgimento, muitos tipos de próteses já foram lançados e possuem características e efeitos distintos. Antes de recorrer à cirurgia, deve-se conversar muito com o cirurgião escolhido, para que juntos, analisem e estudem a melhor opção – já que a escolha da prótese tem de vir do próprio médico. “A escolha é sempre feita pelo cirurgião, é ele o responsável. Claro que ouvimos o que a paciente deseja e dentro das possibilidades, indicamos o perfi l mais indicado”, diz o cirurgião plástico Alexandre Barbosa, da Clínica de Cirurgia Plástica de São Paulo (SP). Entretanto, se após o implante de silicone a paciente não gostar do resultado, pode fazer uma nova cirurgia de troca. “Mas antes da realização do procedimento cirúrgico, costumo conversar bastante sobre o resultado fi nal e solucionamos todas as dúvidas e mitos que possam estar escondidos. A paciente entra na sala de cirurgia ciente do resultado. É muito difícil alguém não gostar do fi nal. É possível, sim, trocar caso haja insatisfação, mas somente após um ano de colação da prótese atual”, complementa. Já em relação a durabilidade, uma questão ainda que gera dúvidas em quem sonha em ter seios turbinados, existe, sim, um prazo e a mulher tem de estar atenta à isso. “Na nossa experiência, toda prótese deve ser retirada com dez anos. Quando deixada por um tempo maior, uma grande maioria desenvolve na cápsula que se forma em torno da prótese, uma placa de um material parecido com partículas de cálcio, que podem migrar com o tempo para os rins, fígado e pulmão, de acordo com estudos recentes”, constata o cirurgião plástico Antônio Macedo (SP).