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Silicone X amamentação

Recentemente, a atriz Deborah Secco comentou que teve dificuldades para amamentar a pequena Maria Flor por causa da prótese de silicone nos seios. Mas até que ponto isso é “uma regra”?

Por Malu Bonetto

Um dos medos de lactantes que já colocaram prótese de silicone nos seios é com relação a uma possível dificuldade do bebê em puxar o leite, já que, para muitas mulheres, o implante poderia impedir a passagem do líquido. Porém, segundo o cirurgião plástico Sérgio Morum (DF), as mamães podem ficar tranquilas porque não há nenhum tipo de lesão direta aos ductos lactíferos, que são as estruturas responsáveis por transportar o leite para fora da mama. “O silicone é colocado atrás da glândula mamária, a fim de se evitar essa situação. O que pode acontecer é a colocação de uma prótese grande o suficiente para comprimir os ductos, diminuindo o seu calibre e, por consequência, a quantidade de leite que sai”, diz.

Mas, claro, que não podemos ignorar que há mulheres que realizaram uma cirurgia de redução e puderam amamentar, mas também existem mulheres que se submeteram ao mesmo procedimento e encontraram dificuldades. “Cada paciente irá reagir de uma maneira diferente. O ideal é que se converse com o médico antes de tomar qualquer decisão”, aconselha o médico. Ele ainda explica que, por conta do peso das próteses, mulheres que engravidaram já com silicone implantado podem sofrer mais com flacidez. “O seio pode apresentar aquele aspecto mais ‘caído’, pois o seu aumento durante a gestação, por conta da produção de leite, é normal. O que recomendamos é que, após aquele prazo de seis meses terminada a amamentação, a paciente se submeta a uma cirurgia para retirar o excesso de pele e substitua as próteses.”