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Guia de segurança do silicone

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Recentemente foram descobertas fraudes envolvendo duas marcas estrangeiras de próteses mamárias. Em meio a essa polêmica, cirurgiões plásticos e empresas de próteses de silicone do brasil garantem a segurança de seus produtos e um controle mais rígido pela ANVISA

Por Andressa D’amato

Exibir seios fartos é o sonho de muitas brasileiras. No País, o implante de silicone nas mamas é a segunda cirurgia plástica mais pedida, perdendo somente para a lipoaspiração. Porém a polêmica das fraudes das marcas francesa Poly Implant Prothèse (PIP), e da holandesa Rofil, gerou receio e muitas dúvidas em torno da questão do silicone. De acordo com o cirurgião plástico Eduardo Montag, da Clínica Essere (SP), a primeira providência da paciente que quer recorrer às próteses é questionar o médico sobre a procedência dos implantes. O cirurgião acredita que apesar de toda polêmica, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) possui padrões de controle rígidos e que a culpa é, sem dúvida, das empresas que fraudaram o sistema, ou seja, apresentaram um produto para a aprovação e outro para a comercialização. “Sendo assim, as normas de vigilância não falharam, elas foram fraudadas. Nenhum médico pode usar um produto que não seja liberado pelas autoridades do governo”, afirma. Segundo o Dr. Eduardo, todos os implantes são acompanhados de selos que permitem o rastreamento para o lote e data de fabricação em caso de defeito ou problemas apresentados.

Os implantes também vêm com um manual explicando todo o processo. As pacientes devem receber após a cirurgia as etiquetas e, se desejarem, os manuais. De acordo com o site da ANVISA, a partir do alerta internacional feito pela autoridade sanitária da França, em março de 2010, a Agência determinou a suspensão, o uso e a comercialização da marca PIP no Brasil e, em 30 de dezembro de 2011, cancelou o registro do produto. Já com o alerta internacional posterior feito para a marca holandesa Rofil, a Anvisa também cancelou seu registro. Para as brasileiras que possuem próteses dessas marcas, a Agência junto com o Ministério da Saúde, entidades médicas, a Agência Nacional de Saúde Suplementar e o Departamento Nacional de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC/Ministério da Justiça) têm coordenado reuniões em busca de soluções para o atendimento das pessoas no Sistema Único de Saúde (SUS) e no sistema privado.

Veja a matéria completa na revista Plástica & Beleza nº124.