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Linda na medida certa!

Aos 29 anos, Mariana Weickert esbanja muita simpatia e exibe um corpo de fazer inveja a qualquer menininha de 18. Ela se diz ansiosa para fazer 30 anos porque falam que esta é a melhor fase da vida de uma mulher e Mari tem um pressentimento de que será, sim, uma fase maravilhosa. Mas não foi só esta curiosidade que ela nos contou durante um bate papo pra lá de descontraído…

POR MALU BONETTO
FOTOS: LUIS CRISPINO
STYLIST MYRNA NASCIMENTO

Apesar de ter “abandonado” as passarelas há aproximadamente sete anos, a bela ainda exibe um corpo de top (60 kg bem distribuídos em 1,80m de altura), mas confessa que não sabe suas medidas atuais. “Não tiro minhas medidas desde a época de modelo, controlo meu peso pelas minhas roupas. Uso manequim 38 ou 40 – dependendo do modelo – e se percebo que estão apertando em algum lugar, sei que é hora de dar uma maneirada.” Então, a bela trata de fechar a boca mesmo para mandar embora os indesejáveis quilinhos extras. “Todo mundo sabe que para ter um corpo bonito é preciso manter uma dieta balanceada, se alimentar a cada três horas. Se abuso em um dia, no outro dou uma segurada mesmo, porque sabemos o que faz bem, o que pode e não pode”. Apesar de se julgar indisciplinada, a loira confessa que para fazer bonito no nosso ensaio ficou alguns dias maneirando na alimentação (como se precisasse, né?) e para comemorar o sucesso das fotos, ela se rendeu ao novo lanche de uma rede de fast food, com o qual ela estava “sonhando” há vários dias.

Muito além da estética
Mariana sabe que manter uma alimentação balanceada não é só uma questão estética, mas sim de saúde, principalmente no caso dela que há dois anos descobriu que tem hipotireoidismo. No dia em que recebeu o diagnóstico, ficou tão chocada que quase bateu o carro. Mas depois, conversando com algumas amigas, descobriu que várias também têm e fi cou mais tranquila. “O problema não é ficar mais cheinha, é o metabolismo ficar mais lento. Tinha dias que eu fi cava com tanto sono que tinha medo de dormir no volante. Era um sono diferente do que aquele que sentimos à noite, eu me sentia quase dopada”. Hoje, com o auxílio do endocrinologista Samir Faiçal (SP), ela toma os remédios necessários e convive tranquilamente com a disfunção. Assumidamente não adepta da malhação, ela relembra que nunca foi muito esportista, preferia se privar na alimentação a ter de praticar esportes, mas há pouco tempo percebeu que esta atitude era uma maneira de se enganar, pois precisava se preocupar com a saúde. Foi então que, há cinco anos, ela malha de duas a três vezes por semana com o personal trainer Felipe Pita, na Academia Reebok (SP). “Como não tenho gosto pelo esporte, até admiro quem tem, faço circuito. É uma maneira de não sentir que estou malhando, por exemplo: quando tenho de resolver algo, vou para bicicleta e quando me dou conta já estou lá a mais de uma hora.”

Veja o teste completo na revista Plástica & Beleza nº122.