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Jacqueline Sato desabafa sobre a falta de orientais nas novelas e conta como mantém a boa forma

Depois de brilhar como a Yumi, na novela Sol Nascente, e prestes a estrear seu primeiro longa, Jacqueline Sato conta como mantém as curvas

Fotos: Ricardo Penna

Aos 28 anos, a atriz lembra que seu primeiro trabalho na televisão foi como apresentadora no programa infanto-juvenil, Sessão super-heróis, na CNT. “Eu tinha 12 anos de idade e lembro de achar o máximo o fato de as pessoas do Brasil todo me mandarem cartinhas e acompanharem o programa. Me encantei com a abrangência da televisão e o poder que ela tem mesmo porque ela faz parte do dia a dia do brasileiro. Entrar na casa dos outros e ser parte da vida de tanta gente é um prazer e uma responsabilidade muito grande”, conta a morena que começou o curso Profissionalizante de Teatro junto com a Faculdade de Rádio e TV e, estreou na televisão como atriz em 2011, na novela Corações Feridos, hoje soma cinco telenovelas e se prepara para estrear na telona como a Carol, em Talvez uma história de amor. “Ela é uma professora de Yoga que ajuda o ex-namorado Virgílio (Mateus Solano) a procurar uma mulher que ele eu esqueceu completamente, mas pode ser a mulher da sua vida. Além disso, no segundo semestre vou começar a gravar uma série que serei protagonista de um episódio”.

Exibindo 59 kg em 1,73 m altura, ela conta que sempre procurou se alimentar de forma saudável tanto que parou de tomar refrigerante aos nove anos de idade, praticamente não come fritura e evita comer doce no dia a dia. “Um dos meus vícios é beber água, o que já ajuda bastante a manter o corpo funcionando bem e, deixo pra dar uma abusadinha no final de semana, afinal todo mundo merece um Petit Gateau de vez em quando, né?”. Adepta da drenagem linfática para desinchar, ela conta que gosta de praticar atividades físicas, mas não é fã da musculação. “Gosto de exercícios que movimentem o corpo todo simultaneamente e que exijam uma concentração e atenção extra como o Jazz e o Ballet que já faço e o sapateado que quero começar, a luta (pratiquei Muay Thai durante um tempo e gostei), pilates, treinamento funcional.”

Neta de japoneses, Jacque acha que o número de atores orientais tem aumentado mesmo porque “o Brasil é um dos países mais multi-étnicos do mundo, acredito que qualquer etnia possa interpretar muitos papéis, sem precisar de nenhum tipo de segmentação mesmo porque o mais importante é sempre o trabalho e o estudo para o personagem. O ideal é que passe a ser mais frequente vermos um oriental interpretando um papel que poderia ser feito por alguém de qualquer outra etnia. Para alguns dos papéis que já interpretei, o casting estava sendo feito com mulheres de diferentes origens étnicas. Achei isto bacana”. E, como toda mulher ela tem sim seus segredos de beleza: ela usa óleo de coco para hidratar a pele e as cutículas que por sinal ela parou recentemente de tirar e percebeu que as unhas estão crescendo mais fortes e saudáveis. Quando era mais nova ela se incomodava ter um cabelo tão volumoso, mas com o tempo foi aprendendo a lidar com ele e hoje para mantê-lo bonito lava e um dia sim um dia não com produtos alternados. “Faço alguns tratamentos com aminoácidos no Spa Dios e, um dos mais legais é o ‘bordado’, em que a profissional vai cortando as pontinhas duplas, mas as pontinhas mesmo, sem mudar o corte. Além disso, jamais durmo com ele úmido mesmo porque prefiro lavar durante o dia e deixar secar naturalmente”. Já para valorizar a beleza oriental ela aposto no permanente de cílios para deixá-los mais longos e curvados.