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Minha dieta: Cláudia Baena

A vendedora Cláudia Baena conseguiu perder 16 kg através de acompanhamento médico e caminhada. Hoje, exibe uma silhueta mais enxuta e melhor condicionamento físico
Por Andressa D’Amato

Ficha Técnica
Nome: Cláudia Baena
Idade: 36 anos
Como emagreceu: com acompanhamento de endocrinologista e exercício físico
Quanto perdeu: 16 kg
Em quanto tempo: 6 meses

Há seis meses, a vendedora Cláudia Baena, de 36 anos, decidiu que iria mudar seus hábitos: diminuiu as massas e os doces em suas refeições e começou a caminhar. Com 1,69 m de altura e 84 kg, a paulista se sentia desconfortável perto de suas amigas. “Eu canto em um quarteto feminino e, em relação às outras, eu era a mais alta e gorda. Para comprar roupas também era terrível, nunca achava um modelo que caísse bem, principalmente lingerie. Não estava infeliz, mas estava me achando grande demais.”

Com acompanhamento médico e muita força de vontade, Cláudia seguiu à risca as recomendações prescritas. Alimentava-se a cada três horas e caminhava cinco vezes na semana. “O meu processo no início foi um pouco sofrido, pois sentia muita fome, mas a vontade de emagrecer era maior. O que considero ter feito toda a diferença foram as caminhadas diárias, pois antes até para ir a padaria, que era na esquina, eu ia de carro. Hoje caminho diariamente por, no mínimo, uma hora.”

Atualmente, a vendedora está pesando 68 kg, e o manequim que antes era 46, caiu para 42. Apesar da autoestima melhor, ela garante que o mais surpreendente foi a descoberta e a necessidade de se exercitar. “Eu percebi que sou capaz de me habituar a um outro estilo de vida, onde comer não é o mais importante, e sim, saber que uma alimentação controlada e a prática de atividade física podem me permitir comer tudo aquilo que gosto sem me sentir culpada. Hoje aprendi que exercício físico é uma questão de hábito, pois quando não caminho por algum motivo, meu corpo sente.”

Com 16 kg a menos, Cláudia consegue fazer atividades que antes não fazia, como correr e jogar bola com os filhos. “Acredito que perder peso extra não é uma questão apenas estética, mas sim de saúde. Devemos ser persistentes, e não devemos nos basear em outras pessoas, pois cada organismo tem um ritmo. Quando vemos que os outros emagrecem e nós não, perdemos a esperança e nos achamos incapazes de atingir o nosso objetivo. A tendência do ser humano é sempre arranjar um culpado para o seu fracasso, por isso não pense que você é o culpado, mas que é a única pessoa capaz de reverter qualquer situação e procurar sempre o melhor”, conclui.

“Hoje me sinto mais disposta para brincar com meus filhos”