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Projeto seios PP

Depois do boom das mulheres super siliconadas, a moda agora são seios menores, em harmonia com a silhueta feminina

Por Cibele Carbone

Seios menores

Sabe a máxima “quanto maior, melhor”? Foi-se o tempo em que ela servia de parâmetro para quem desejava aumentar os seios com silicone. Muito pelo contrário, o ditado mais apropriado para o momento é o famoso “menos é mais.” É isso mesmo, atualmente, boa parte das mulheres está em busca de seios menores e mais delicados. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, entre o início de 2014 e os primeiros meses de 2015, a troca de próteses entre 300 ml e 350 ml, consideradas grandes, por modelos menores, entre 200 e 250 ml, cresceu até 15%. “Acredito que as mulheres perceberam que o belo é o que é proporcional”, comenta o cirurgião plástico Eduardo Sucupira (RJ) sobre essa nova onda da cirurgia plástica.

De acordo com o cirurgião plástico Regis Ramos (RJ), essa é uma tendência mundial, e não apenas um modismo brasileiro. “Acompanho no consultório a procura para a troca por próteses menores devido ao aumento da flacidez, surgimento de estrias e, principalmente, por queixarem-se de estar com aparência acima do peso”, comenta o especialista. “Hoje, as mulheres buscam um formato de seios que permita menos miligramas de silicone, mas que promovam um efeito de firmeza. O que uma prótese menor consegue perfeitamente fazer. Do meu ponto de vista, as próteses mais proporcionais e com menos volume dão mais equilíbrio estético e ainda dão a impressão da pessoa ser mais esbelta”, diz o cirurgião plástico André Eyler (RJ).

Adeus, visual GG

A primeira dúvida que surge na cabeça das candidatas à troca das próteses de silicone é: “vai sobrar pele seu eu colocar um implante menor?” Infelizmente, a resposta é sim, principalmente se a diferença de tamanho entre as próteses for muito grande. “Com grande frequência, quando se reduz o tamanho dos implantes, é necessário remover tecido cutâneo para obter-se um bom ajuste do novo implante”, alerta o cirurgião plástico Eduardo Sucupira. Justamente por isso é que o ideal é você pensar muito bem antes de submeter-se ao implante de silicone e preferir um aumento dos seios de maneira proporcional ao seu corpo, não levando em consideração os modismos. “Cabe ao médico avaliar e orientar a paciente na escolha do tamanho da prótese e, deste modo, chegar a um consenso com ela. O ideal é aquele que fique de acordo com a estrutura corporal da mulher, levando em conta diversos aspectos como altura, distância entre tronco e quadril, proporção do tórax, estrutura óssea e formação original da mama”, explica o Dr. André Eyler.

Mas não são somente as super siliconadas que estão buscando a ajuda do bisturi para conquistar seios menores. Muitas mulheres que possuem seios grandes e naturais também estão reduzindo as mamas. “Muitas mulheres com mamas grandes procuram ajuda para acabar com os incômodos provocados por elas, como dor nas costas e pescoço, flacidez e assaduras nas dobras dos seios”, fala o cirurgião plástico Rodrigo Otávio Carbone (SP). Confi ra a seguir quais as
técnicas indicadas para cada um dos casos de redução mamária:

Mamoplastia redutora

Como é feita: sob anestesia local associada com sedação, o médico realiza a incisão – que pode ser em formato de T ou L invertido – na metade inferior da mama para eliminar o excesso de tecido mamário e remodelar os seios. Caso seja necessário, também é possível reduzir o tamanho das aréolas, deixando-as proporcionais ao novo formato das mamas.

Redução das próteses de silicone

Como é feita: primeiramente, o médico solicita exames mamográficos, ultrassonográficos ou de ressonância magnética para analisar o estado da prótese que está alojada no corpo da paciente. Geralmente, escolhe-se como via de acesso a cicatriz já existente (areolar, sulco da mama ou axilar) para retirar o implante e inserir o novo. Caso a mama fique com excesso de pele, o médico faz a sua remoção e ajusta o tecido à nova prótese. Geralmente, a cirurgia é feita sob anestesia local associada com sedação.

Faça sua parte!

Após a cirurgia da mama, é essencial que você siga corretamente as recomendações do pós-operatório para garantir o bom resultado da cirurgia. Veja alguns cuidados essenciais durante essa fase:

  • Usar sutiã compressivo por, no mínimo, 40 dias.
  • Evitar movimentos bruscos com os braços na primeira semana.
  • Não elevar os braços acima dos ombros por 15 dias.
  • Hidratar as mamas para evitar estrias.
  • Não expor as cicatrizes ao sol por dois meses.
  • Não praticar atividade física e dirigir por 45 dias.
  • Evitar dormir de bruços no primeiro mês para evitar o deslocamento das mamas.