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Xô, micose!

Por Andressa D’Amato

A estação mais quente do ano é, sem dúvida, a mais propícia para o aumento de casos de fungos, já que piscina, mar, areia e praia contribuem (muito) para a proliferação desses microorganismos. Tudo isso porque transpiramos mais e, com isso, as micoses dão as caras. “Unhas, virilhas e pés são as regiões mais atingidas, pois tendem a acumular com facilidade umidade e sujeira”, alerta o infectologista Jaime Rocha, do Lavoisier Medicina Diagnóstica (SP).

Na maioria das vezes, as micoses aparecem como uma lesão avermelhada, mas logo provocam coceira e escamação no local. Nas unhas, o problema pode resultar até em deformação e descolamento das mesmas. Por isso, é importante evitar o uso de sapatos apertados, secar muito bem as dobras do corpo e não compartilhar roupas e toalhas com outras pessoas.

Entretanto, se você achar realmente que está com micose, deve procurar um especialista. “O tratamento pode envolver administração de medicamentos orais e tópicos, de acordo com o local atingido e com a extensão da infecção, que pode ser superficial ou profunda. Quanto mais cedo o problema for detectado, mais rápido será o tratamento. Porém, o paciente nunca deve se automedicar”, alerta.

Livre-se, já! 
– Não compartilhe toalhas e roupas, mesmo com pessoas conhecidas;
– Evite andar descalço em pisos úmidos e públicos;
– Procure secar bem as dobras do corpo;
– Evite usar calçados fechados por muito tempo;
– Não use calçados apertados;
– Evite o uso de meias que não sejam de algodão, já que este material deixa a pele respirar e não retém o suor;
– Não utilize lava-pés de piscinas e saunas;
– Só utilize tesouras, lixas de unha e alicates de cutícula próprios ou esterilizados.