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Você sabia que a posição que você olha o celular pode envelhecer seu pescoço?

Certamente você passa horas olhando a tela do seu celular. Pois saiba que o ato de inclinar frequentemente a cabeça para baixo acelera os sinais de envelhecimento na região do pescoço, que possui a pele delicada

 

O pescoço é uma das áreas com pele mais fina – com espessura próxima a dois milímetros – praticamente sem glândulas sebáceas, pouco hidratada e, onde há grande movimentação natural pela própria dinâmica da região. A inclinação frequente da cabeça para baixo par dar aquela conferida no celular, tablet ou outro dispositivo, provoca sinais de envelhecimento mais rápidos. De acordo com a dermatologista Claudia Marçal, os movimentos musculares do pescoço realizados a todo instante sejam ou mesmo na mastigação e fala produzem inicialmente pequenas linhas que, com o passar do tempo vão se acentuando e adquirem o status de rugas e sulcos bastante marcados como verdadeiros colares cervicais horizontais. “A própria característica local somada às agressões ambientais como água quente, frio, poluição, ar condicionado, sol, vento e o uso de perfumes contendo álcool e bijuterias (que podem causar hipersensibilidade local e alergias), podem provocar ainda mais ressecamento, vermelhidão e mudança da textura da região”, conta.

Como prevenir
De acordo com a dermatologista, uma dica importante é, mesmo quando mexer nos dispositivos, manter a cabeça reta sem fazer curvatura, postura alinhada e o celular deve ser erguido na direção dos olhos. Com relação aos cuidados diários, a médica indica sabonetes neutros ou loções de limpeza à base de ativos calmantes. O protetor solar deve ter FPS 30 no mínimo e ser reaplicado após quatro horas no dia a dia. À noite, a região, após a higienização, pode receber água termal em jatos e após alguns minutos, usar vitamina C na forma de sérum, emulsão ou espuma associada a outras vitaminas como B5, E, F e alfa hidroxiácidos, alternando com nutritivos.

Como tratar
A toxina botulínica figura entre os procedimentos mais utilizados hoje para tratar as linhas de expressão que formam esses “colares horizontais”. Ela pode ser injetada na porção central para diminuir a projeção das bandas do plasma, em sessões realizadas a cada seis meses. Além disso, tratamentos com lasers também apresentam bons resultados. Segundo a dermatologista, o uso de lasers fracionados ablativos, como Resurfx, com downtime (tempo de recuperação) de 48horas, promove neocolagênese, ou seja, uma nova formação de colágeno. Outra boa solução é o microagulhamento de ouro com radiofrequência associado a drug delivery com Vitamina C, fatores de crescimento, ácido hialurônico e ácido retinóico. “Aproveitando as portas de entrada que, pela penetração das microagulhas de ouro geram uma zona de coagulação por toda a sua extensão, o tratamento é associado à radiofrequência causando uma injúria indolor local e o aquecimento da derme e hipoderme. Isso remodela todo o colágeno e promove a redensificação e elasticidade do local da aplicação”, explica. As sessões são três em média, com intervalo de trinta dias.