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Novidade contra estrias

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Os tratamentos para o estiramento da pele e rompimento das fibras de colágeno e elastina – mais conhecidos como estrias – ganham reforços! Conheça o laser que aquece a pele a uma temperatura de 70ºC e combate problema

Elas são mais comuns do que se imagina. Aparecem em coxas, na região dos glúteos, no abdômen, no peito e em outras áreas. São as estrias, que podem ser vermelhas ou brancas (as mais antigas, que já estão cicatrizadas). “Elas ocorrem por um estiramento da pele além da sua capacidade, de forma duradoura”, explica o dermatologista Abdo Salomão, membro da Sociedade Brasileira de laser em Medicina e Cirurgia e da American Academy of Dermatology.

Fotolia_24916388_Subscription_XLDessa forma, ganho de massa muscular, colocação de prótese de silicone, oscilação de peso e até a má alimentação são os maiores causadores do surgimento das estrias. “Existem vários tratamentos para estrias, desde cremes à base de ácido retinóico e ácido glicólico, até lasers. Hoje em dia, também temos microagulhas que são eficientes”, explica. É o caso da Eletroderme, um sistema de radiofrequência microagulhada, disponível para a multiplataforma Solon. “As agulhas ultrapassam a epiderme, emitindo ondas eletromagnéticas apenas nas camadas mais profundas da pele, preservando a superfície. Isso faz com que a temperatura da derme chegue até a 70ºC, estimulando a produção de colágeno e refazendo as fibras rompidas”, afirma o dermatologista.

Segundo o especialista, a ação do Eletroderme provoca o estímulo da regeneração celular por meio do processo de cicatrização, a proliferação de células-tronco e estímulo da síntese de elastina, da neocolagênese (produção de colágeno) e angiogênese (proliferação de vasos sanguíneos). “Esta técnica pode ter ação até a derme média e, por possuir radiofrequência, realiza pontos de coagulação de efeito térmico sem nenhuma interação com a epiderme”, acrescenta. O equipamento pode ser ajustado para atingir temperaturas de 55ºC a 100ºC.

Durante o procedimento com Eletroderme, o paciente pode sentir leve aquecimento no local. Para que os resultados sejam satisfatórios, são necessárias, em média, quatro sessões com intervalos mensais, dependendo da resposta de cada paciente, segundo o dermatologista. “O pós-procedimento é tranquilo, a recuperação é rápida, bem como o retorno do paciente às atividades. A região, em alguns casos, pode ficar eritematosa e edemaciada. Em 30 dias já é possível ver os primeiros resultados, mas o resultado final aparece após quatro meses”, comenta o Dr. Abdo Salomão.